quinta-feira, 2 de junho de 2011

Estreia no Tendências Urbanas: Fase 2 - O rock sabarense está de volta!

(publicado no blog do Coletivo Fórceps)

Sabará está prestes a lançar mais uma banda na cena independente. O Tendências Urbanas: Fase 2 mostrará ao público pela primeira vez o trio Basura, que é mais do que uma Tendência, é também um resgate ao bom e velho rock sabarense autoral que vive um período de hiato que terminará neste sábado. 



Basura por Vanessa Stephanie e Mariana Barros
O Tendências Urbanas será palco de estreia da Basura, mais uma integrante do quadro de bandas sabarenses parceiras do Coletivo Fórceps. Formada por Marcela (vocal, baixo),Priscila (bateria), e Axel (guitarra), membros do Coletivo, a banda nasceu no final de 2010, a partir da vontade em comum dos três amigos: tocar, e adentrar no vasto circuito musical independente. Desde então, bebendo da fonte do rock and roll, de bandas antigas à contemporâneas, do metal ao indie rock, a banda vem desenvolvendo uma sonoridade crua, em músicas que mesclam influências diversas, com letras em português e inglês.

Em maio, a banda estreou o projeto Incubadora Fórceps, mecanismo de apoio à formação, estruturação e desenvolvimento de carreiras de músicos e grupos musicais através da prestação de assessoria e consultoria permanentes em várias áreas, além de orientação e agenciamento, com o objetivo de garantir seu desenvolvimento inicial. O primeiro passo foi a gravação de uma Demo, com 5 faixas autorais, que registra um pouco do primeiro momento do trio como uma banda.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Estreia da Basura no Tendências Urbanas

Neste sábado, dia 04, a Basura fará seu primeiro show (!). Tocaremos no Tendências Urbanas, evento realizado pelo Coletivo Fórceps em parceria com a Prefeitura de Sabará. Dividiremos palco com a Julgamento e Pequena Morte, duas bandas com estrada, de CD novo na mão, ambas de BH. Além dos três shows, o evento vai contar com o RoodBoss SoudSystem, uma galera que bebe da fonte dos antigos sound systems jamaicanos, instalando em espaços públicos um sistema de áudio que dissemina um pouco da cultura musical da Jamaica em alta potência. Também vão rolar rolês de skate, bate papo sobre a ocupação de espaços públicos em Sabará, grafitti e banca de produtos, além de discotecagem, é claro.

O evento é gratuito, e começa as 13 horas. Todos convidados para conferir nossa estreia! (Mais informações no flyer)
                       




Isso é Basura


“Basura é uma banda, e nós somos essa banda. Uma banda com um nome tão sujo pra uns e tão aveludado pra outros. Eu acho basura a coisa mais aveludada para se pronunciar em português. E uma coisa recorrente, assim como um carma são os imprevistos. Fazemos tudo por causa de um imprevisto, resultando sempre em improvisos e este pra mim é nosso forte. Ensaiamos assim, comemos assim, criamos assim, tocamos assim, e num lugar bem assim também. Resultando tudo em uma palavra: “orgânico”
Aí vem a coisa né – lixo orgânico- O que a gente toca eu nunca sei dizer, mas consigo perceber cada sutil diferença e cada expressiva semelhança. Um guitarrista de ‘origens’ no hard. Um cara sistemático que pensa desde o nosso som, ao nosso lanche. Uma moça que canta e toca baixo sem nem se preocupar com tons, timbres, e coisas bonitinhas; liga as coisas e deixa o resto pra ela resolver. Por último eu, que aprendi e aprendo cada dia mais com eles. Não sei definir, não sei explicar, contar a nossa historia, mas eu gosto muito disso.”

Priscila
"É aquela coisa que brotou assim, do nada, em meio a uma sucessão de fatos ocasionais, sabe?
É um trabalho que vem sendo cada vez mais interessante, mais divertido. A gente foi aprendendo um com o outro, cada um passando pra frente o pouco que sabia. O mais interessante é a química que rola
({de}composição?).
Basura vem do acaso, o acaso que juntou três pessoas e as colocou pra tocar e ver no que dava. Bem, o resultado é esse "lixo" aí, bom proveito...”

Axel
"Basura é lixo. E lixo, né, pra uns é tipo nada. A gente é nada, então, que é tudo, no final das contas.
Somos três, cada qual com suas expressivas características, singularidades musicais e humanas, em uma bagunça organizada, uma efervecência as vezes até condenada por nós mesmos. Cada ruído feito por um serve de estímulo para a piração dos outros começar. E a gente gosta disso. E se complementa nesta mixsórdia equilibrada, nesta bagunça que conversa por olhar e gestos. Basura somos nós."
Marcela